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Derramamento de óleo em Magé

  • Foto do escritor: Minha Baixada
    Minha Baixada
  • 14 de dez. de 2018
  • 3 min de leitura

Neste sábado completa uma semana do vazamento de óleo dos dutos da Petrobras no Rio Estrela. Representantes do governo municipal e de outras entidades se reuniram na manhã desta sexta (14), com pescadores, caranguejeiros e representantes das instituições envolvidas no processo como a FIPERJ (Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio de Janeiro), a FEPERJ (Federação dos Pescadores do Estado do Rio de Janeiro) e a Ordem dos Advogados do Brasil de Magé para discutirem juntos como serão cobrados a compensação dos danos ambientais e o impacto aos cidadãos que vivem dessas atividades. “Quero parabenizar a todas entidades que estão aqui presentes, porque estamos discutindo sobre esse dano ambiental em nosso município e o impacto na vida das pessoas que dependem da pesca. Hoje, nós discutimos sobre todos os danos, sejam eles primários, secundários ou terciários. Montamos grupos de trabalhos com focos nas ações emergenciais. Vamos formalizar nossas reivindicações através de ofício para a Transpetro, com todos os dados que a gente já têm e convocá-los para uma reunião. Quero frisar que a Associação dos Pescadores de Magé Z9, que representa os pescadores e caranguejeiros, está junto com a Secretaria Municipal de Assistência Social no cadastramento de quem atua na região. Na próxima semana, a colônia vai passar todos os dados para a Secretaria de Assistência Social para que a gente possa ajudar no que compete à prefeitura”, explicou o prefeito Rafael Tubarão. Para agilizar as ações, os representantes decidiram criar dois grupos, um judicial formado pela Procuradoria Geral do Município, a 22ª Subseção da OAB-Magé e Guapimirim, a Secretaria de Meio Ambiente, o Parque Natural Municipal Barão de Mauá e a Comissão Municipal de Meio Ambiente. Já o segundo, composto pela Subprefeitura do quinto distrito, a Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, a Secretaria de Proteção e Defesa Civil, Associação de Pescadores Z9, Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio de Janeiro (FIPERJ), representação dos Caranguejeiros, representação dos pescadores, representação da Comissão Municipal de Meio Ambiente e da COMAMEA (Conselho Municipal de Associações de Moradores e entidades fins de Magé). O primeiro grupo é responsável por planejar e executar as ações jurídicas causadas pelo impacto ambiental e pelos danos morais aos pescadores e caranguejeiros. O segundo faz parte da força-tarefa que atua no cadastramento e no levantamento de dados dos prejudicados com o acidente ambiental. “Nós estamos responsáveis por cuidar do cadastro do pescador que já participa da Associação e a todos que por outro motivo, estão de fora. Nós temos responsáveis por fazer o cadastro dos pescadores e dos caranguejeiros, porque a gente não pode deixar ninguém de fora. O acordo é melhor que uma briga e nós queremos saber deles: o que será feito? Quando será feito? Como será feito? Os impactos vão perdurar e nós queremos ações efetivas não só agora, mas para o futuro. A Baía de Guanabara já estava respirando e várias espécies estavam aparecendo. Estávamos vivendo um novo momento, mas agora estamos prejudicados novamente”, frisou Elaine Cristina, presidente da Z9 e secretária-executiva da FEPERJ. A equipe da Secretaria Municipal de Meio Ambiente está acompanhando o trabalho da Transpetro na retirada do óleo e monitorando o volume dos danos ambientais, que segundo a técnica Renata Aquino, é imensurável no momento. “Nossa equipe está acompanhando todo o trabalho. No momento já foram retirados mais de 60 mil litros de óleo e ainda falta muita coisa. A APA Estrela foi atingida, o Parque Natural Municipal Barão de Mauá também e a Baía de Guanabara. Nossa preocupação é com os pescadores que dependem disso para sobreviver e com todos os danos ambientais. Não podemos aceitar esses danos em Magé e deixar ficar por isso mesmo. Então estamos fiscalizando e contamos com a ajuda de todos para que nosso município e nossa população não sejam lesadas mais uma vez, como em 2000”, contou. Na próxima semana, os grupos se reunirão para entregar todos os dados colhidos e traçar as próximas ações em prol do município e da população prejudicada. Fotos: Gerson Peres  


 
 
 

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