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Escolas de Magé aderem ações contra o racismo e intolerância religiosa

  • Foto do escritor: Minha Baixada
    Minha Baixada
  • 28 de mar. de 2019
  • 2 min de leitura

Para ampliar a consciência sobre o racismo, a intolerância religiosa e o preconceito com a diversidade humana, a rede municipal de ensino de Magé aderiu à campanha estadual “21 dias de ativismo contra o racismo”, que na cidade foi batizada como “21 dias sem racismo na Escola Viva”. No município a mobilização começou no dia 11 e vai até o dia 31 de março. Nesse período, 67 escolas municipais estão compartilhando com os alunos as práticas de uma educação antirracista, por meio de debates, rodas de conversa, palestras e dinâmicas. “Se tratando de espaço escolar, entendemos que o desafio ganha dimensões maiores, porque é na escola onde o racismo e o preconceito se reproduzem. Mas também entendemos que se a escola é um espaço de poder e disputas, nós educadores, podemos reverter essa condição. Podemos sim, promover relações raciais positivas e comprometidas com o respeito e diálogo com as diferenças. Estamos fortalecendo a campanha, conscientizando nossos alunos e mostrando que a luta é coletiva”, explicou Daise Pereira, da Coordenação de Promoção de Igualdade Étnico-racial da Secretaria de Educação e Cultura (COPIED | SMEC). Nesta segunda-feira (25), a E.M. Maria Clara Machado promoveu uma roda de conversa com alunos do 9º ano e trouxe Leni Claudinho, coordenadora Nacional do Movimento Negro Unificado e diretora da Secretaria de Gênero, Raça e Etnia do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde Trabalho e Previdência do Rio, que fez uma reflexão sobre o tema e compartilhou experiências contra o racismo. “Estar aqui em Magé para falar sobre racismo é muito importante. A cidade tem quilombos e um papel de importância para formação da nossa identidade enquanto negros quilombolas. A Lei nº 10.639, que leva a história da África para grade curricular das escolas é mais uma conquista e Magé avança nesse quesito. Participar dessa troca de experiência com esses alunos foi maravilhoso. Muitos conheceram sua história e estão saindo daqui com outra visão”, finalizou Leni. 


 
 
 

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